Show beneficente CantoPreto com Ju Grisólia acontece nesta sexta, em Cuiabá. A apresentação vai trazer a cultura afro-brasileira para o palco e beneficiar a Aldeia Indígena Nova Esperança, do povo Xavante, em Barra do Garças

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 Brinquedo e/ou um quilo de alimento valem como ingresso para o show da cantora e multi-instrumentista Ju Grisólia Batuque, canto, reza e axé são a essência do show beneficente CantoPreto, da cantora e multi-instrumentista Ju Grisólia, que acontece nesta sexta-feira (3/12), às 20h, no Teatro Zulmira Canavarros. A apresentação vai trazer a cultura afro-brasileira para o palco e beneficiar a Aldeia Indígena Nova Esperança, do povo Xavante, em Barra do Garças, e as instituições filantrópicas de Cuiabá cadastradas na Assembleia Social. A artista conta que o projeto é a realização de um sonho e uma oportunidade de mostrar a beleza da cultura e religião afro. “Dentro da minha vivência, senti a necessidade de levar até às pessoas essa riqueza do povo preto, com muito batuque, reza, canto e axé. E poder aliar isso com uma ação beneficente é incrível, para levar um pouco de ajuda a quem precisa e alegria para as crianças”, conta. O público presente vai conferir sonoridades diferentes, arranjos alinhados e diferentes tipos de emoções com ao som do atabaque, pandeiro e triângulo, conduzidos por Ju, na companhia dos músicos Augusto Krebs, na guitarra com efeitos, Alaécio Martins no trombone, Thiago Costa na bateria com elementos diferenciados e Samuel Ribeiro no baixo elétrico. A direção de Iluminação é de Karina Figueredo, o balé de Ivy Costa, a direção cênica de Jaque Roque, direção musical de Augusto Krebs e produção de Enio Castilho. A apresentação é uma realização do Governo Estadual, por meio da Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel), Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo, com apoio da Assembleia Social e Teatro Zulmira Canavarros. Trajetória Ju Grisólia começou sua carreira aos 16 anos de idade. Já trabalhou como percussionista e violonista no Coral infantil da UFMT e no CEFET-MT, participou do grupo vocal feminino Boca de Matilde, onde desenvolveu um trabalho inovador como cantora e instrumentista. Integrou o grupo feminino de choro e samba, Bionne, onde atuava como cantora e instrumentista. Há 15 anos faz parte do Trio Brasilis, grupo de música popular brasileira que já realizou centenas de apresentações e espetáculos em Mato Grosso. Atualmente, é integrante do grupo de samba e choro, Conversa de Botequim, em que faz performances como cantora e percussionista. Ela também é percussionista do grupo Monofoliar, onde desenvolve trabalho autoral e experimental.