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Tendo como base a história de criação de algumas de suas músicas mais conhecidas, revela a gênese do lambadão e também, como se articula sua cadeia produtiva”, explica a diretora do documentário, Lidiane Barros. A seu lado na realização do documentário estão Protásio de Morais e Rosano Mauro Jr, ambos na direção de fotografia, e Joana Castro, que assina a edição.O projetoO documentário e o livro são parte do projeto “Sua majestade, Chico Gil”, aprovado no edital Mestres da Cultura da Lei Aldir Blanc, da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso. O pacote do projeto inclui ainda site em homenagem ao cantor e compositor (www.chicogil.com.br), além de sua discografia totalmente organizada em plataformas de streaming como Youtube e Spotify.Integrados à consolidação do projeto estão a jornalista Maria Clara Cabral, o designer gráfico Rodrigo Porks e os editores Ramon Carlini e Elaine Caniato, da Editora Carlini e Caniato. O apresentador de TV, Veni Bulhões, também colaborou, cedendo imagens de acervo.“
Com trajetória artística reconhecida pela periferia e Baixada Cuiabana, o cantor e compositor Chico Gil passou de garimpeiro a rei, escrevendo seu nome na história da cultura mato-grossense”, comenta Lidiane. "E agora, com aval institucional, passa a ser reconhecido também, como Mestre da Cultura de Mato Grosso".Ela ressalta que até a conclusão do projeto selecionado no edital, “pouco se sabia sobre a personalidade do homem que de filãozeiro no garimpo de ouro – onde tinha como ritual cheirar mercúrio para dar sorte -, ergueu seu próprio reinado conquistando súditos fiéis com sua coroa cacheada e cetro microfonado”, brinca.São entrevistados do documentário o empresário Sérgio França e o artista Edmilson Maciel (primeiro e segundo empresários de Chico Gil, respectivamente); o trompetista Levi Barros, que acompanhou o cantor em shows; a viúva Eliney Souza e o filho Cledeley, o Catinha; o produtor musical, Alcemar Matos; os músicos Júnior Magrão e José Moraes, que introduziram Chico Gil no lambadão e a dançarina Daiana Emília, que no último momento desistiu da viagem em que o cantor morreu.Redes sociaisInformações adicionais sobre o cantor podem ser encontradas nas redes sociais do projeto. No Facebook e Instagram, @suamajestadechicogil. Também foram disponibilizados os três álbuns da carreira do cantor no YouTube e Spotify, além de material raro e inédito.